Na psicologia social, uma relação interpessoal (ou relacionamento interpessoal) descreve uma associação, conexão ou afiliação social entre duas ou mais pessoas. Sobrepõe-se significativamente ao conceito de relações sociais, que são a unidade fundamental de análise nas ciências sociais. As relações variam em graus de intimidade, autorrevelação, duração, reciprocidade e distribuição de poder. Os principais temas ou tendências das relações interpessoais são: família, parentesco, amizade, amor, casamento, negócios, emprego, clubes, vizinhança, valores éticos, apoio e solidariedade. As relações interpessoais podem ser reguladas pela lei, pelos costumes ou por acordo mútuo e constituem a base de grupos sociais e sociedades. Eles aparecem quando as pessoas se comunicam ou agem entre si em contextos sociais específicos,[1] e prosperam em compromissos equitativos e recíprocos.[2]
A análise interdisciplinar das relações baseia-se fortemente em outras ciências sociais, incluindo, mas não se limitando a: antropologia, linguística, sociologia, economia, ciência política, comunicação, matemática, serviço social e estudos culturais. Esta análise científica evoluiu durante a década de 1990 e tornou-se "ciência do relacionamento",[3] através da pesquisa feita por Ellen Berscheid e Elaine Hatfield. Esta ciência interdisciplinar tenta fornecer conclusões baseadas em evidências através do uso da análise de dados.